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Mina de Miguel Burnier: 47 Mil m³ de Rocha Fragmentados a Frio

Na mina de minério de ferro da Gerdau em Miguel Burnier, a Prestoserv fragmentou 47.000 m³ de rocha com desmonte a frio — em frentes de lavra próximas à comunidade, com vibração comprovada por estudo sismográfico independente.

Cliente Gerdau Mineração
Local Miguel Burnier, Ouro Preto — MG
Conclusão Abril de 2024
Escopo Fragmentação de rocha em bancada com desmonte a frio

Visão geral

A mina de Miguel Burnier, distrito de Ouro Preto, em Minas Gerais, é uma das frentes da nova plataforma de mineração da Gerdau no estado — um projeto com reservas certificadas de 476 milhões de toneladas de minério de ferro e investimento anunciado de R$ 3,2 bilhões. Foi nesse contexto que a Prestoserv atuou na fragmentação de rocha em bancada, preparando o minério de ferro para a lavra.

O desafio

O desmonte precisava ser executado em frentes de lavra próximas à comunidade. E havia um agravante de relevo: as cotas dos locais de desmonte ficavam acima das casas — ou seja, a rocha era fragmentada em um nível mais alto do que as residências vizinhas.

Essa condição exige um controle rigoroso do desmonte. O risco a eliminar é o ultralançamento — o arremesso de fragmentos de rocha para fora da área de desmonte. Com casas abaixo da cota de trabalho, qualquer projeção descontrolada seria inaceitável.

A solução da Prestoserv

A Prestoserv fragmentou 47.000 m³ de rocha por meio de desmonte a frio com a tecnologia Rompex — um sólido químico de deflagração controlada que fragmenta a rocha por expansão gasosa. Por não detonar, o desmonte a frio tem baixo risco de ultralançamento em comparação ao explosivo convencional: a rocha é fragmentada com pouca projeção, o que torna o método adequado para frentes de lavra com casas em cota inferior.

O controle de vibração foi verificado por um estudo sismográfico independente, conduzido por empresa contratada pela Gerdau. O estudo monitorou desmontes de produção instrumentados em doze pontos de ensaio, e elaborou o modelamento de atenuação das vibrações geradas pelas deflagrações com Rompex.

O resultado

47.000 m³ de rocha fragmentados a frio
Sem detonação sem ultralançamento sobre a comunidade
12 pontos de ensaio no estudo sismográfico

A fragmentação dos 47.000 m³ foi concluída em abril de 2024. O estudo sismográfico independente confirmou os níveis de vibração das deflagrações com Rompex e os dados deram à Gerdau um modelo de atenuação validado para o planejamento dos desmontes seguintes na mina.

Registro da obra

A obra em imagens

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